Congresso 'enforca' semana antes de Carnaval e só volta dia 28 - FOLHA.COM. 16/02/2012 - 08h35
O Congresso ficou vazio ontem à tarde depois que a maior parte dos deputados e senadores resolveu antecipar a volta para a casa esticando o feriado de Carnaval.
Diversos congressistas foram vistos no aeroporto, entre eles os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Humberto Costa (PT-PE), e os deputados ACM Neto (DEM-BA) e Paulinho da Força Sindical (PDT-SP). O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), viajou para Portugal.
Hoje já não há sessões para votações na Câmara nem no Senado. E como a previsão é que os plenários retomem as sessões dedicadas para votar projetos só no dia 28, deputados e senadores poderão ficar 13 dias sem atividade no Congresso.
Ontem, apesar do quórum alto nas duas Casas (450 dos 513 deputados e 64 dos 81 senadores), a maioria só registrou presença e foi embora.
A vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES), concorda que o "feriado é grande demais". Segundo ela, muitos alegam dificuldades para conseguir passagens para os Estados.
Aqui você fica por dentro das mazelas que impedem os "representantes" do povo de cumprir deveres e funções precípuas normativas e administrativas em defesa dos princípios democráticos e republicanos, do direito administrativo, da ética, do decoro, da constituição original, da segurança jurídica, da fiscalização do Executivo, do erário, dos recursos públicos, dos princípios básicos da administração, e dos deveres na preservação da incolumidade das pessoas, do patrimônio e da Paz Social.
VOTO ZERO para ficha-sujas; omissos; corruptos; corruptores; farristas com dinheiro público; demagogos; dissimulados; ímprobos; gazeteiros; submissos às lideranças; vendedores de emendas; ocultadores de dados e atos; corporativistas; nepotistas; benevolentes com as ilicitudes; condescendentes com a bandidagem; promotores da insegurança jurídica; coniventes com o descalabro prisional e policial; normatizadores de uma justiça morosa; enfraquecedores das leis e dos instrumentos de ordem pública; e mandatários que desprezam a opinião pública, não ouvem os anseios do povo e traem a esperança de seus eleitores.
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