
Não sei colocar minhoca em anzol, diz novo ministro da Pesca. Senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) vai assumir pasta no lugar do petista Luiz Sérgio e admite que terá de fazer 'intensivão' dos assuntos da área - 01 de março de 2012 | 10h 22. do estadão.com.br
O novo ministro da Pesca, Marcelo Crivella, afirmou nesta quinta-feira, 1º de março, que terá de fazer um "intensivão" sobre os assuntos ligados à pasta que vai comandar a partir desta sexta-feira, 2. "Vou dizer uma coisa com muita humildade: não sei colocar uma minhoca no anzol", disse em entrevista à rádio Estadão ESPN nesta manhã.
Engenheiro civil por formação e bispo da Igreja Universal, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) foi anunciado para o cargo pela presidente Dilma Rousseff como forma de aproximar o PRB do governo federal. A cerimônia de posse será nesta sexta. O atual ministro, o petista Luiz Sérgio, reassumirá seu mandato na Câmara. "Estou indo para aprender, mas com espírito público", afirmou Crivella.
Em ano eleitoral, a indicação de Dilma foi entendida como uma tentativa do PT de blindar o candidato petista à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, de debates religiosos durante a campanha. Nessa quarta-feira, 29, em sua primeira entrevista após ser confirmado no cargo, Marcelo Crivella negou ter sido escolhido para aproximar os evangélicos do governo ou para assegurar o apoio do pré-candidato de seu partido à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, a Haddad. "Sou indicado do PRB e não da bancada evangélica", alegou.
Aos 54 anos e até então em seu segundo mandato no Senado, Crivella é sobrinho do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e do bispo Romildo Ribeiro Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus. No governo Dilma, o senador tem sido um dos mais fiéis aliados no Senado.
COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Quanto custa o Ministério da Pesca para o povo brasileiro? Qual é a importância do Ministério da Pesca na vida dos brasileiros? Se colocam na chefia quem nada sabe do assunto, é porque só serva para arrumar cargo satisfazendo mais um aliado no poder e no gasto público. No lugar do Ministério da Pesca e de outros ministérios irrelevantes e caros para os cofres públicos, seria mais lógico e importante para o povo a criação o Ministério da Segurança e Defesa Civil para diagnosticar os cenários de insegurança e calamidades, além de organizar, investir, integrar e supervisionar os instrumentos do Poder Executivo inseridos num SISTEMA DE JUSTIÇA CRIMINAL.
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